Vaquinha eleitoral de Mário Motta atinge mil doadores, a maior de Santa Catarina
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A campanha de arrecadação voluntária do deputado estadual Mário Motta (PSD) ultrapassou a marca de 1.000 doadores e está muito próxima de alcançar R$ 50 mil angariados, o que a torna a maior vaquinha entre todos os políticos de Santa Catarina e a 13ª do Brasil. As contribuições acontecem de forma voluntária, reforçando o amplo apoio popular ao trabalho do parlamentar. O link para participar é: queroapoiar.com.br/mariomotta.

“Receber o apoio direto de mais de mil catarinenses, sem depender de recursos públicos, demonstra que é possível fazer política de forma diferente, com transparência e independência. Temos o compromisso de ouvir, dialogar e agir com respeito às pessoas e aos recursos públicos”, ressaltou Mário Motta, que é pré-candidato à reeleição na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).
Essa é a segunda vez que o deputado utiliza doações voluntárias na pré-campanha. Em 2022, quando foi eleito com 56.363 votos, recusou integralmente os recursos do Fundo Eleitoral e financiou sua campanha apenas com a vaquinha realizada na internet.
O mandato de Mário Motta é reconhecido como um dos mais fiscalizadores da história da Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Após décadas dedicadas ao jornalismo e à comunicação, o deputado defende uma nova forma de fazer política, pautada pela ética, transparência, escuta ativa e participação cidadã.
Entre as iniciativas pioneiras, destaca-se a criação do Edital de Emendas Participativas, o primeiro edital público para distribuição de emendas parlamentares entre todas as Assembleias Legislativas do Brasil. As propostas são avaliadas por uma banca técnica e destinadas a entidades sem fins lucrativos.
Como fiscalizador, o mandato já gerou economia superior a R$ 300 milhões aos cofres públicos e inspecionou mais de 500 contratos firmados pelo Governo do Estado. “Eu penso que os deputados devem legislar e fiscalizar, e não focar o seu trabalho em distribuir emendas. Estamos aqui para acreditar que é possível construir soluções coletivas, sem perder a sensibilidade humana”, destacou o deputado.





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